Banda Ku
A Tendência Na Nossa Realidade
Este site focaliza as transmissões, na Banda Ku, de sinais digitais ou analógicos de satélites que transmitem para o Brasil e para o Cone Sul, como os de TV, rádio, dados, stream de internet e outros eventuais. Foi idealizado com o objetivo precípuo de dar suporte técnico-educacional aos entusiastas da recepção desses sinais, quando livres no ar, entusiastas ou satentusiastas que, por todo o Brasil e pelos países da América do Sul, ajustam suas antenas e pesquisam o que vai pelos ares da região.
Os satélites americanos, europeus, asiáticos, com ênfase nos japoneses, utilizam frequência da Banda Ku nos seus transpônderes, desde suas gerações anteriores. O Brasil, no entanto, por razões técnicas e estratégicas, não optou pela utilização das frequências da Banda Ku, na primeira e segunda série de Brasilsat's.
Mesmo não inserindo no plano de frequência dos satélites Brasilsat as frequências da Banda Ku, o Brasil não deixou de utilizar, ao longo desses anos, serviços de transmissão na faixa dos 27mm, através da locação de transpônderes em satélites internacionais, para cobrir áreas específicas do território nacional, sobretudo pela demanda dos serviços de TV por assinatura do sistema Direct-to-Home. Hoje, essa demanda está cada vez mais crescente, incluindo a demanda de serviços para os enlaces de transmissão de dados e para os streams de banda larga da internet via satélite.
Diferentemente das transmissões na Banda C, que atingem áreas globais e hemisféricas do planeta, as transmissões em Banda Ku são mais pontuais e zonais, cobrindo áreas menores, em razão dos focos das antenas que transmitem suas frequências serem mais fechados. A Banda Ku tem sido mais adequada para áreas como Europa, o Japão, onde os interesses individuais de operadoras não são continentais. Excepcionalmente, o Canadá e Estados Unidos, apesar de suas dimensões territoriais, utilizam satélites em Banda Ku, pela multiplicidade de operadoras de satélites que servem os seus territórios.
O Brasil, em razão de suas dimensões continentais, necessitava utilisar a TV via Satélite como fator de integração nacional. Para atingir dimensões continentais, as tramissões da Banda C eram mais indicadas, na ocasião em que os satélites brasileiros foram planejados para serem postos em órbita. Essa foi uma das razões, e razão estratégica, para que as duas gerações dos satélites brasileiros não contemplassem, nos seus planos de frequência, a Banda Ku. Um outro fator, esse técnico, é a influência que as transmissões na Banda Ku sofrem das condições atmosféricas. E o Brasil tinha a necessidade de integrar a região amazônica onde um alto índice de precipitação pluviométrica ocorre ao longo do ano, interferindo na qualidade de recepção na faixa de 27 mm.
Diante da crescente necessidade de uso de frequências da Banda Ku e, a despeito da quase multinacionalização das provedoras de serviços de transmissão via satélite, com a quebra do monopólio das telecomunicações, satélites domésticos brasileiros têm de inserir-se, necessariamente, na era do provimento de frequências da Banda Ku, programando-se o lançamento de satélites híbridos para reposição dos que estão em atividade e para manutenção da ocupação de espaço cada vez mais escasso na órbita geo-estacionária. Assim é que a subsidiária de empresa brasileira de telecomunicações já contratou a construção e lanocçou o Star One C1e C2 que disporão de transpônderes de Banda Ku, além dos de Banda C. O C1 já está posicionado a 65W, repondo o B2, e está em operação. O C2, recém-lançado, será posicionado a 70W e reporá o B1, ainda em operação
Como o uso da Banda Ku terá uma demanda cada vez maior nas transmissões de sinais de satélites para sobre o Brasil, este site quer ser um forum aberto e à disposição dos satentusiastas brasileiros e daqueles de países do Cone Sul que, de uma certa forma, compartilham, em distintas áreas, dos mesmos sinais que atingem o Brasil.
Está oferecido, pois, um caminho aberto para reunirmos, em um site especializado, informações de utilidade para a comunidade de entusiastas da TV Satélite, objetivo cujo atingimento somente o advento da internet nos possibilita, nos dias atuais.